sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Setembro mês da Biblia

A Palavra de Deus está sempre ao alcance da mão e do coração de quem segue a Deus. E por moção do Espírito Santo, a Palavra vai transformando o coração das pessoas e moldando a comunidade cristã. É claro, supondo um coração aberto, como de discípulo diante do mestre. O profeta Jeremias fez uma experiência profunda: nas mãos de Deus sentiu-se como um vaso de barro nas mãos do oleiro. As famílias, os grupos e as comunidades que lêem a Bíblia de fato progridem na vivência do Evangelho, em unidade com a vontade de Deus e na comunhão fraterna. A Palavra meditada impulsiona as pessoas a superar o pecado e o azedume, causando certa plenitude espiritual com uma aura de paz e de alegria. É o encantamento espiritual, a força interior, a capacidade de passar imune pelas tentações que rodeiam as pessoas.

São Francisco de Assis, um dos grandes revolucionários da humanidade, apregoava a vida fraterna em meio ao egoísmo; a vida em Deus, mesmo em meio ao prurido da carne e do consumismo; a alegre adesão à vontade de Deus, vencendo o orgulho e a sede do poder. Quando se chega a uma fraternidade assim, logo se capta o perfume do Evangelho.Por pedagogia, destinamos o mês de setembro a conhecer a Bíblia. Aliás, primeiro a ter a Bíblia em casa. Depois, a lê-la diariamente. Aprender a meditá-la diante de Deus, num coração orante.A família aprende a acolher de modo afável seus membros: os pais se relacionam de modo afetivo com os filhos, como Deus, com seu povo. Os filhos, por sua vez, acolhem os pais de modo pacífico, criando um ambiente sereno e alegre. É o encantamento da família.É neste ambiente que germinam as vocações cristãs, que se alimentam ideais generosos e se superam obstáculos à felicidade.

Seja feliz! Conheça, leia e medite a Palavra de Deus.


Dom Aloíso Sinésio Bonh

Fonte: CNBB

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Biblia X Celular


Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular?

E se carregassemos a nossa Bíblia na nossa bolsa ou bolso?E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para apanhá-la quando esquecêssemos dela em casa?E se a usássemos para receber mensagens de texto?E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela ?
E se a déssemos como presente para as crianças?E se a usássemos quando viajamos?E se a usássemos em caso de emergência?
A Bíblia tem muitas vantagens…Ao contrário do nosso celular, nós não precisamos nos preocupar com o fato de a nossa Bíblia ser desconectada pela companhia telefônica porque Jesus já pagou a conta.E, o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é pra toda a vida!


E AE !!??

PENSEM NISSO.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Veja tudo que rolou na cristoteca!!!!











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Matrimônio


O matrimônio ou a vocação matrimonial é um chamado específico de Deus e um dos sete sacramentos da igreja.
A relação entre os conjugues é uma relação trinitaria, tendo o próprio Senhor como agente, é parte do tripé em comunhão com o esposo e a esposa, ou inda o matrimônio cristão compare-se a entrega de Cristo a igreja sendo o laço onde, um é do outro, tornando-se o outro, em uma comunhão espiritual.
O próprio Jesus cresceu em uma família em que a santidade de Maria e José era eminente. O primeiro milagre de Jesus foi realizado em uma festa de casamento. (Jô 2, 1-11) . “A igreja atribui grande importância à presença de Jesus nas núpcias de Cana. Vê nela a confirmação de que o casamento é uma realidade boa e o anuncio de que, daí em diante, será ele um sinal eficaz da presença de cristo” (CIC 1613)
A união dos esposos por via do sacramento torna – os “um só corpo e uma só alma”
É unicamente amando que o homem se torna plenamente o que ele é. Pois Deus é amor, e nós formos criados a sua imagem (Gen. 1,27)
O amor que une a princípio o casal sofre modificações que o próprio Deus proporciona, de maneira que se dão um ao outro este mesmo amor de Deus, e se santificam mutuamente.(CIC 1639-1642).
No sacramento do matrimônio promete – se fidelidade por toda a vida, livremente optam um pelo outro.
O matrimônio deve esta aberto à fecundidade, homem e mulher ambos são continuadores do processo da criação, possuindo a graça especial da martenidade e partenidade.
“Não podendo haver: A poligamia que é incompatível com a unidade do matrimônio; o divórcio, pois separa o que Deus uniu; a recusa da fecundidade, pois desvia a vida conjugal do seu “dom mais excelente”, a prole” (CIC 1664).
O matrimônio deve ser assumido com muita responsabilidade é uma decisão, amar é uma decisão.
Queira Deus que cada um possa encontrar – se na vocação a qual é chamado, para descobrir uma nova felicidade, como hoje me descubro feliz por esta vocação belíssima que o Senhor me confiou e a qual hoje me encontro a caminho na fase do namoro , vivendo-o santamente como o Senhor nos convida a vivermos.



Rafaela Santos membro Consagrado da Comunidade Obra de Maria.
Atualmente na fase do namoro.

sábado, 15 de agosto de 2009

15 de agosto


Assunção da Virgem Maria
Não há maior glória do que a que recebeu Maria, escolhida para ser a mãe de Jesus, o Filho de Deus. De seu ventre virginal nasceu o Salvador da humanidade. Por isso, Deus lhe reservou a melhor das recompensas. Terminado seu tempo de vida terrestre, Maria foi "assunta", isto é, levada ao céu em corpo e alma. O que a tradição cristã diz é que Ela nem mesmo morreu, apenas "dormiu". Narra também que foram os anjos Gabriel e Miguel que A levaram ao céu. Deus queria conservar a integridade do corpo daquela que gerou seu Filho. A solenidade da Assunção da Virgem Maria existe desde os primórdios do catolicismo. No início era celebrada a Dormição de Nossa Senhora. Esta festa veio a ser oficializada para os católicos orientais no século VII com um edito do imperador bizantino Maurício. No mesmo século a festa da Dormição foi introduzida também em Roma pelo Papa Sérgio I, de origem oriental. Foi em 687, quando, em procissão, foi até a basílica de Santa Maria Maior, celebrar o Santo Ofício. Mas foi preciso transcorrer um outro século para que o nome "dormição" cedesse o lugar àquele mais explicito de assunção", usado até os nossos dias. Em 1950 foi solenemente definido este dogma de Maria, pelo Papa Pio XII. Pela singular importância de Sua missão como Mãe de Jesus, Maria não só foi proclamada Rainha do céu, quando levada para viver ao lado de Deus, mas proclamada Mãe da Igreja, portanto de todos nós. Na Assunção da Virgem Maria, vemos a nossa esperança de ressurreição já realizada. Nela a Igreja atinge a plenitude do triunfo final, a vitória definitiva sobre a morte e o mal. Por isto esta festa é uma das solenidades mais comemoradas pelos católicos. Depois da Assunção, Nossa Senhora com maternal benevolência participa com Sua oração e intercessão na obra de seu Filho: a salvação da humanidade. Ela que é a mediadora de todas as graças


Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós