sábado, 15 de novembro de 2008

Igreja Católica na Austrália

COMUNHÃO E MISSÃO
Chamamento à missão

A Igreja na Oceânia recebeu o Evangelho de anteriores gerações de cristãos e de missionários vindos de além-mar. O Sínodo prestou homenagem a tantos missionários, sacerdotes, religiosos e religiosas e leigos também, que gastaram as suas vidas na transmissão do Evangelho neste Continente; o seu sacrifício, por graça de Deus, deu muito fruto. Quando receberam a plenitude da redenção em Cristo, os povos da Oceânia encontraram um símbolo admirável no firmamento estrelado, o Cruzeiro do Sul, que permanece como sinal luminoso da graça e bênção de Deus que a todos abraça. A geração cristã actual é chamada e enviada a realizar uma nova evangelização no meio dos povos da Oceânia, uma nova proclamação daquela verdade duradoura evocada pelo símbolo do Cruzeiro do Sul. Este chamamento à missão coloca grandes desafios, mas abre também novos horizontes, cheios de esperança e até uma sensação de aventura.
Tal chamamento é dirigido a cada membro da Igreja. « Toda a Igreja é missionária, porque a actividade missionária (...) é uma parte integrante da sua vocação ».35 Alguns membros da Igreja são enviados a povos que nunca ouviram falar de Jesus Cristo, e a sua missão permanece vital hoje como sempre; mas muitos mais são enviados a evangelizar o seu próprio ambiente, tendo os Padres Sinodais sublinhado repetidamente a missão dos fiéis leigos: na família, no emprego, na escola, nas actividades públicas, todos os cristãos podem ajudar a levar a Boa Nova ao mundo onde vivem.
Uma comunidade cristã não deve pensar simplesmente em ser um lugar confortável para os seus membros; os Padres Sinodais animaram as comunidades locais a olharem para além dos seus interesses imediatos interessando-se pelos outros. A paróquia enquanto comunidade não pode isolar-se das realidades que a circundam; pelo contrário, deve estar atenta aos problemas de justiça social e à fome espiritual da sociedade. O que Jesus oferece aos seus seguidores deve ser partilhado com todos os povos da Oceânia em qualquer situação que se encontrem, porque só n'Ele existe a plenitude da vida.
Durante a Assembleia Sinodal, a Igreja pôde observar mais claramente como é o encontro do Senhor Jesus com os vários povos da Oceânia, nas suas terras e numerosas ilhas. Na verdade, o Senhor mesmo pousa sobre eles um olhar de amor que encerra, simultaneamente, um desafio e um chamamento. À semelhança de Simão Pedro e seu irmão André, aqueles povos são convidados a deixar tudo, a converter-se a Ele, que é o Senhor da vida, e a seguí-Lo. Devem abandonar não apenas os caminhos do pecado, mas também os seus modos vãos de pensar e agir, a fim de enveredarem pela senda duma fé cada vez mais profunda e seguirem o Senhor com uma fidelidade sempre maior.
O Senhor convocou para junto de Si a Igreja na Oceânia: é um chamamento que comporta, como sempre, um envio em missão. A finalidade que tem o estar com Jesus, é partir de Jesus, sempre contando com o seu poder e a sua graça. Agora Cristo chama a Igreja a abraçar a sua missão, com nova energia e criatividade: isto mesmo foi o que o Sínodo viu claramente na vida da Igreja na Oceânia. Os bispos exultaram ao constatar como, na vida da Igreja na Oceânia, o Senhor Jesus Se revelou fiel à sua promessa: « Eu estarei sempre convosco, até ao fim do mundo » (Mt 28, 20). A certeza desta sua presença dá a força e a coragem de que necessitam os discípulos para se tornarem « pescadores de homens ». Uma tal presença do Senhor era palpável, durante a Assembleia Especial, na oração, na partilha de esperanças e preocupações, e no vínculo da communio eclesial. Esta fé na presença de Jesus no meio do seu povo da Oceânia consentirá sempre novos e maravilhosos encontros com Ele, tornando-se estes, por sua vez, semente duma nova missão.
Quando caminhamos com o Senhor, deixamos ao cuidado d'Ele tudo o que nos pesa, e isto dá-nos a força para cumprirmos a missão que Ele nos confia. Ele, que toma do que é nosso, por sua vez dá-Se a nós; assume a nossa fraqueza e dá-nos a sua força: este é o grande mistério da vida do discípulo e do apóstolo. É certo que Cristo actua connosco e em nós, quando « nos fazemos ao largo », como agora Ele nos pede para fazer. Quando os tempos são difíceis e pouco prometedores, o próprio Senhor nos incita a « lançar de novo as redes » (cf. Lc 5, 1-11). Não podemos desobedecer.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Missa da Graça - Outubro

Na noite desta quarta-feira foi celebrada pelo Pe. Vandilson de nossa comunidade a Missa da Graça aqui na missão. As pessoas compareceram mais uma vez na Casa de Deus para agradecer, pedir bençãos, curas, como também, louvar e adorar o nosso Jesus. Foi uma noite maravilhosa!
O Pe. Vandilson passou com Jesus Eucarístico no meio do povo e antes da benção final, ministrou um momento maravilhoso com os jovens que se fizeram presente na Missa da Graça. Muitos jovens puderam testemunhar o amor de Deus.

A cada mês a Missa da Graça tem envolvido o corações das pessoas.

Confira as fotos desta belíssima Celebração:




terça-feira, 28 de outubro de 2008

O amigo José


José

José amigo, José perfeito
Dos homens imáculo, santo de um jeito...
Tido como justo, juízo do povo
Irrepreensível perante Deus

José da escada, que sem alicerce se firma
Das irmãs que busca e tudo confirma
Milagre pelas suas mãos da misericórdia de Deus

José operário, coração solidário
Leva-me como a Jesus.
Para fugir do ardio infernal
Do meu inimigo mortal.

Laços e embustes, lançaram a mim,
Como Herodes numa busca sem fim.
Para o Egito me leves, enriquece meu viver.
Não permitas José amigo, que eu vá perecer.

Das renúncias que deste, me faz aprendiz
E eu alegre, escuto o que me diz
José bondoso, coração bem –fazejo
Só tenho um pedido e um único desejo

Ser justo como fostes na presença de Deus!

domingo, 26 de outubro de 2008

Ministério Restauração - Festa das Crianças

Neste último domingo dia 26 aconteceu aqui na missão a festa das crianças comandado pelos missionários da Comunidade Obra de Maria. Foi uma festa para crianças carentes de São Paulo do Potengi, com apresentação de teatro, dança de Hip Hop, show louvor, animação, oração e enceramento com gincana e distribuição de lanches e brinquedos. Tivemos a presença dos pais das próprias crianças que também apoiam esta evangelização realizada pela comunidade Obra de Maria.
A atração especial da tarde foram as bonecas Manmú(Fabiana) e Lenga (Lauziana) que fizeram uma peça sobre a importância da obediência, como também, apresentação do Ministério de Dança Anjos da Restauração, e o show louvor com Querubin, Querubina e a sua turma.
A festa foi marcada pela gincana que mexeu e alegrou as crianças presentes.



O Milagre da escada de São José

Na cidade de Santa Fé, capital do estado norte-americano do Novo México, encontramos na Capela Loretto uma prova da existência de São José e de seus milagres na vida cotidiana. Trata-se da Escada Milagrosa, atribuída a São José Carpinteiro. Na segunda metade do século XIX, foi construída uma capela em estilo gótico para servir às irmãs de Loretto, na cidade de Santa Fé. Em 1878, ano de sua conclusão, constatou-se que não havia nenhum acesso ao piso superior, onde deveria ficar localizado o coro da Igreja. Vários engenheiros, arquitetos e carpinteiros foram chamados para dar uma solução ao problema. Todos eram unânimes em afirmar que a única solução implicaria na mudança da estrutura interna da Capela.
Preocupadas com o problema e objetivando encontrar uma solução, as irmãs de Loretto iniciaram uma novena a São José - o santo padroeiro dos carpinteiros. Conta a história que, no nono dia da novena, apareceu um homem procurando por emprego com um burro e uma caixa de ferramentas. Meses depois, a escada em forma espiral estava pronta e o carpinteiro havia desaparecido sem receber seu pagamento, nem tampouco agradecimentos pela bela obra deixada. Após procurarem o carpinteiro por toda a região, com anúncios no jornal local, muitos concluíram que se tratava de um milagre, ou seja, a escada havia sido construída pelo próprio São José.
São José, o carpinteiro, havia construído uma escada de estrutura fenomenal. O desenho arquitetônico era inovador para a época (séc. XIX). A escada, em forma circular, possui 33 degraus (a idade de Cristo), dois ângulos de 360 graus e não há nela nenhum suporte central. A escada foi construída sem nenhum parafuso e cola, apenas com pregos de madeira. Constatou-se também que a madeira utilizada na construção da referida escada não é oriunda de Santa Fé e proximidades.
São José, rogai por nós!